Fotografia de Rodrigo Clemente
Alexandre Barbosa
Rio de Janeiro - Enfim, na semifinal, o Brasil conseguiu colocar em prática tudo aquilo que não vinha conseguindo nesta Olimpíada. Jogou bem, impressionou a torcida e conquistou uma vitória tranquila por 6 a 0 sobre Honduras, que havia eliminado a Argentina. Pela segunda vez consecutiva, a Seleção chega à final dos Jogos. Em Londres-2012, enfrentou e perdeu o ouro para o México, terminando com a prata. A decisão será no sábado, às 17h30, no mesmo local, o estádio do Maracanã.
A vitória foi um alívio pela maneira como aconteceu. O primeiro gol veio aos 15 segundos, fruto de uma marcação adiantada a partir da cobrança de meio de campo de Honduras. Neymar dividiu a bola com o goleiro e contou com a sorte para que ela voltasse para o gol. Nervoso, o jovem time hondurenho nem parecia aquele que eliminou a Argentina. Foi amplamente dominado, deixando o claro o abismo de qualidade que há entre as equipes.
O resto do jogo foi uma festa. No campo e na arquibancada. Os gols foram saindo com facilidade, empolgando a torcida na arquibancada. Mais de xx mil pessoas foram ao Maracanã, ontem, enfrentando o forte calor que assolou o Rio de Janeiro. Gabriel de Jesus, marcando duas vezes, fechou o placar no primeiro tempo em 3 a 0. Por causa do calor, o ritmo até o fim da etapa inicial caiu bastante.
No segundo tempo, o Brasil deu continuidade ao seu ritmo, porém, administrando bem o físico, devido ao calor. Num ritmo de mais toque, do que condução de bola que antes, a seleção foi chegando e os gols voltaram a sair. Marquinhos, após escanteio, Luan, em grande jogada de Gabigol pela direita do campo, e Neymar, cobrando pênalti, já nos acréscimos, marcaram, finalizando a goleada por 6 a 0.
No fim do jogo, em coro, o Maracanã disse o que espera na final olímpica. Os brasileiros pediam a Alemanha, que enfrenta a Nigéria pela outra semifinal. "Ô Alemanha, pode esperar, a sua hora vai chegar", gritavam os torcedores.
A vitória foi um alívio pela maneira como aconteceu. O primeiro gol veio aos 15 segundos, fruto de uma marcação adiantada a partir da cobrança de meio de campo de Honduras. Neymar dividiu a bola com o goleiro e contou com a sorte para que ela voltasse para o gol. Nervoso, o jovem time hondurenho nem parecia aquele que eliminou a Argentina. Foi amplamente dominado, deixando o claro o abismo de qualidade que há entre as equipes.
O resto do jogo foi uma festa. No campo e na arquibancada. Os gols foram saindo com facilidade, empolgando a torcida na arquibancada. Mais de xx mil pessoas foram ao Maracanã, ontem, enfrentando o forte calor que assolou o Rio de Janeiro. Gabriel de Jesus, marcando duas vezes, fechou o placar no primeiro tempo em 3 a 0. Por causa do calor, o ritmo até o fim da etapa inicial caiu bastante.
No segundo tempo, o Brasil deu continuidade ao seu ritmo, porém, administrando bem o físico, devido ao calor. Num ritmo de mais toque, do que condução de bola que antes, a seleção foi chegando e os gols voltaram a sair. Marquinhos, após escanteio, Luan, em grande jogada de Gabigol pela direita do campo, e Neymar, cobrando pênalti, já nos acréscimos, marcaram, finalizando a goleada por 6 a 0.
No fim do jogo, em coro, o Maracanã disse o que espera na final olímpica. Os brasileiros pediam a Alemanha, que enfrenta a Nigéria pela outra semifinal. "Ô Alemanha, pode esperar, a sua hora vai chegar", gritavam os torcedores.
Ficha do jogo
BRASIL: Weverton; Zeca, Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos; Walace e Renato Augusto (Rafinha); Luan, Gabriel de Jesus, Gabriel e Neymar. Técnico: Rogério Micale.
HONDURAS: Luis López; Jonathan Paz, Johnny Palacios, Allans Vargas (Óscar Salas) e Marcelo Pereira; Marcelo Espinal, Bryan Acosta (Allan Banegas) e Brayan García, Alberth Elis; Romell Quioto e Anthony Lozano (Jhow Benavídez). Técnico: Jorge Luis Pinto.
Estádio: Maracanã. Árbitro: Ovidiu Hategan (ROM). Assistentes: Octavian Sovre e Sebastian Gheorghe (ROM).
Fonte: Diario de Pernambuco, Recife, 17/8/2016

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